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A ternura dos 60.





No fim-de-semana passado celebraram-se os 60 anos da minha tia N. Como não ia fazer o bolo, uma vez que isso estaria a cargo do catering, resolvi fazer umas bolachinhas para a minha tia oferecer aos convidados.

A ideia de usar os cortantes dos números resultou bem. Modéstia à parte, acho que ficaram amorosas. Ter usado glacé real (açúcar em pó + clara de ovo)* também ajudou: a cobertura fica mais opaca e uniforme do que com o glacé básico (açúcar em pó + água). Quanto às bolachas, a receita está aqui.

*Eu sou péssima a dar quantidades porque faço tudo em cima do joelho, a olho e sem tempo para tomar notas, mas fazer este glacé não tem nada que saber. Basta colocar uma clara de ovo numa taça pequena e ir peneirando açúcar em pó e mexendo até se obter um creme espesso, brilhante e macio. Pode aromatizar-se e dar-se ainda mais brilho com umas gotinhas de limão. Para não correr riscos na hora de as embalar, deixei-as secar durante a noite e para que tantas horas ao ar não as fizesse amolecer, deixei que desta vez cozessem mais tempo do que o costume no forno.

Camarões no forno.



Bem, tantos posts com bolos decorados que quem aqui vier pode ficar com a ideia errada.
Não, este blog não é um blog de bolos decorados em pasta de açúcar, nem se aceitam encomendas, a não ser da família e dos amigos!
Pode ser que um dia mude de vida e que essa mudança passe por algo relacionado com isso, mas essa hipótese ainda não passa disso mesmo: de uma remota possibilidade.
Já estes camarões vão tornar-se realidade mais vezes à minha mesa.
Inspirei-me em receitas que me lembrava de ter visto na net, nomeadamente receitas de origem moçambicana. São muito fáceis e rápidos de preparar e ficaram muito bons.

Camarões no forno com cerveja


Camarões grandes
Azeite
Cerveja
Alho picado
Sal e piri-piri ou
Mistura 'Toque Especial Thai'*


Numa assadeira ou prato de ir ao forno, misturar os camarões com os restantes ingredientes, a gosto. Levar ao forno pré-aquecido nos 200º até ficarem bem rosadinhos. De vez em quando, durante a cozedura, regar os camarões com o molho resultante do tempero.
Comer acompanhados de uma cerveja bem gelada!


*Comprei no supermercado do El Corte Inglés e estou rendida. Coloco em quase tudo. Inclui sal marinho, pimenta, alho, piri-piri, gengibre,coentros, manjericão e azeite de lima.

O bolo que deveria ter sido azul e branco. Ou pelo menos dizer Braga.




Mas juro que não pus veneno lá dentro.
Pelo contrário, imbuída do mais verdadeiro espírito de fairplay, fiz um delicioso bolo de laranja. A parte complicada foi recheá-lo com o creme brigadeiro, pois estava demasiado baixo e húmido para isso. Depois de algum stress (ler 'muito stress', que me levou inclusivamente a expulsar o meu marido da cozinha, tal o meu estado nervoso), lá consegui que saísse assim.
O esforço parece ter valido a pena. Dizem que a malta da Sopsec gostou :-).

Pink angel.






Finalmente consigo publicar as fotos do bolo de baptizado que fiz para a pequena S.
O anjinho não ficou muito perfeito porque à última hora achei que o cortante que tinha de anjo não era tão bonito assim e decidi fazer um molde em papel.
Depois de ter colocado as bolinhas e as estrelinhas cor-de-rosa, achei que talvez tivesse ficado mais bonito sem elas. Mas já não havia nada a fazer...

A prata dos anos.




Depois de se experimentar a pasta americana (e sim, a minha curta experiência diz-me que esta é mais cara mas mais fácil de trabalhar do que as pastas de açúcar 'portuguesas' ou de marca branca), é difícil imaginar um bolo para uma ocasião especial que não seja decorado com ela.
Este foi fruto de uma encomenda da minha prima A., para os 60 anos de um tio. Por dentro, noz e creme de ovo, por fora, pasta americana branca e cinza (o cinza foi feito misturando pasta branca com preta), e apontamentos metalizados feitos com pó prateado diluído num pouco de álcool a 70%, aplicado com pincel.

No próximo fim-de-semana, aguardam-me dois novos desafios: o meu 1º bolo de baptizado e um bolo para celebrar a vitória do campeonato pelo Benfica... ou talvez pelo Braga. A minha costela portista faz-me torcer pela segunda hipótese...

Flower Power.






Os meus primeiros cupcakes, feitos para assinalar o Dia da Mãe.
A receita é da Martha Stewart, a publicar mal arranje um tempinho para a traduzir.
A decoração é em pasta americana, 'pincelada' com pó prateado comestível.
Foram um sucesso. Não tanto pelo sabor (sinceramente não fiquei muito convencida), mas pelo aspecto.
Obrigada A. pelo desafio!