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Brownies assustadores!


A noite mais assustadora do ano é já amanhã, mas ainda vão a tempo de preparar estes brownies gulosos. Não tem nada que saber: é só fazer o bolo, deixar arrefecer e usar cortadores de bolachas alusivos à data. A decoração pode ser mais ou menos elaborada, e podem sempre pedir ajuda aos mais novos, para terem a certeza de que vão sair umas criaturas bem engraçadas!

[Eu sei que há quem não suporte o halloween e ache um disparate as crianças portuguesas celebrarem-no de alguma forma. Apesar de cá em casa não festejarmos propriamente a data, a não ser com estes mimos doces, não consigo ser assim radical: afinal, é sempre mais um motivo para os miúdos fazerem coisas diferentes e divertidas e conhecerem uma tradição de outros países, o que me parece positivo. E na verdade, ao assinalar-se esta data não estamos a passar por cima de nenhuma outra. Pelo menos aqui no norte do país - à excepção da componente religiosa, cumprida fundamentalmente por católicos adultos - não temos o "pão por Deus" ou outra tradição que envolva os mais pequenos. Desde que não se entre na onda de consumismo a que as lojas nos querem obrigar (mas este bom senso é desejável em qualquer altura do ano), por que não assinalar esta data tão inofensiva, dedicada aos monstrinhos e aos pequenos medos?]

Happy Halloween!


















BROWNIES ASSUSTADORES

Para o brownie
(adaptado da revista Saveurs - Spécial Desserts 2013)

180 g de chocolate de culinária
150 g de chocolate branco partido em pedacinhos
130 g de manteiga
80 g de farinha sem fermento
175 g de açúcar amarelo
3 ovos


Para a decoração

Pasta de açúcar branca (usei da Vahiné)
Pasta de açúcar cor-de-laranja
Glacé (usei o lápis de pasteleiro branco da Vahiné)
Cortadores de bolachas temáticos

Pré-aquecer o forno nos 180º. Unte uma forma rectangular com manteiga, forre com papel vegetal e volte a untar, polvilhando-a com farinha. Derreta o chocolate com a manteiga e misture bem.
Bata os ovos com o açúcar. Junte a mistura de chocolate e manteiga derretidos. Envolva a farinha e por fim os pedacinhos de chocolate branco. Verta para a forma e leve ao forno cerca de 30 minutos.
Retire do forno e deixe arrefecer.
Quando estiverem bem frios, corte o brownie com as formas escolhidas e coloque sobre forminhas de papel. Se for usar pasta de açúcar, amasse-a um pouco para a tornar moldável e estique-a com o rolo numa superfície polvilhada com açúcar em pó. Lave bem os cortadores e use-os para cortar a pasta de açúcar. Com a ajuda de um pincel, humedeça as costas de cada figura em pasta de açúcar e cole no respetivo brownie. Com um palito, faça os olhos dos fantasmas e os veios das abóboras. Nos outros, use glacé ou o lápis da Vahiné para fazer os olhos do morcego, a fivela do chapéu de bruxa ou outros desenhos. Deixe assentar/secar, antes de servir.

Nota: vão sobrar bastantes aparas de brownie. Aproveite para servir com gelado, em taças individuais, por exemplo.

Grão a grão.

















É tão bom quando experimentamos uma receita pela primeira vez e sentimos que valeu a pena, que vai ser daquelas a repetir, não é?

Foi isso que me aconteceu com esta tarte de grão-de-bico. Há muito que a tinha visto no blog Be Nice, Make a Cake, um blog tão bonito como o próprio nome. Volta e meia vinha-me o lembrete à memória: "um dia destes tens de fazer a tarte de grão, não te esqueças da tarte de grão". Até que num destes sábados, quando o pirata mais velho decidiu que queria cozinhar e fazer bolos comigo, vi um frasco de grão no armário e pensei: "é mesmo hoje que fazemos a tarte de grão". Assim, e depois de uma boa dose de massa de crepes, fizemos a dois esta tarte (claro que a parte de que o L. mais gostou foi a de fazer a massa).

Faz lembrar as tartes de feijão, tem uma doçura e uma consistência húmida que torna impossível comer só uma fatia. A receita original é bem mais original: leva pretzels. Como não tinha, não usei, mas acredito que o sal dos pretzel lhe dê um toque especial. A outra diferença em relação à tarte da Rosa (para além de eu ter usado grão de frasco, já cozido), é que em vez de usar raspa de laranja, usei de limão.

Se vou mudar alguma coisa da próxima vez? Só talvez levar a massa quebrada ao forno antes de rechear, para ficar mais crocante e dourada. De resto, não mudo nada, ficou óptima assim!*



TARTE DE GRÃO-DE-BICO
(ligeiramente adaptado daqui)

Para a massa quebrada:
150 g de farinha T55 sem fermento
70 g de manteiga fria partida em pedaços

25 ml de água

Para o recheio:
250 g de açúcar
140 g de grão-de-bico cozido e triturado (usei já cozido, de frasco)
20 g de manteiga derretida e arrefecida
2 ovos
2 gemas
Raspa de 1 limão

Canela em pó qb

Ligue o forno nos 180º C. Coloque a farinha e a manteiga numa taça grande e, com a ponta dos dedos, amasse os ingredientes. Assim que começar a ficar uniforme e algo elástica, junte a água e continue a amassar, vai ficar uma massa muito macia. Forme uma bola. Polvilhe a superfície de trabalho com farinha e estique a massa com o rolo, de acordo com a forma de tarte que vai usar (a minha tarteira era de fundo amovível e anti-aderente, por isso não forrei com papel vegetal, nem untei, mas podem fazê-lo). Coloque a massa quebrada sobre a forma, ajustando bem e eliminando o excesso. Pique o fundo com um garfo. Se quiser, coloque papel vegetal por cima da massa, encha de feijões ou pesos próprios e leve ao forno uns 10 minutos, ainda sem recheio. 
Noutra taça, junte e misture bem todos os ingredientes do recheio. Coloque este preparado sobre a massa da tarteira e leve ao forno cerca de 30 minutos.

* Só agora, a ler outra vez a receita do Be Nice, Make a Cake, é que vi que me esqueci de a polvilhar no final com açúcar em pó! Afinal acho que também vou fazer isto da próxima vez, pois fica ainda mais bonita.




Tudo ao molho.



Há umas semanas atrás, quando as maçãs andavam espalhadas em taças pelos vários cantos da casa, uma das experiências que fiz foi este recheio.
Como sobrou, decidi transformá-lo em puré e fazer um gelado. Um gelado de outono que combinasse com um molho toffee que tinha visto numa revista já antiga.

Bem, se do gelado não posso dizer que tenha ficado perfeito - como sou preguiçosa, não o mexi de hora a hora para quebrar os cristais de gelo (e como não tinha a cuba da máquina dos gelados no congelador, também não lhe pude dar uso), do molho só posso dizer que é delicioso. Não é o molho mais saudável do mundo, eu sei. Mas é tão bom, que vale a pena 'pecar', uma vez que seja. E apesar da textura do gelado não ter ficado a 100%, o iogurte deu-lhe uma certa acidez que combinou muito bem com o doce do molho.

E é tão fácil de fazer o molho! Tive de ler a receita várias vezes, porque achava impossível ser tão simples e tão rápido. Deve ficar também maravilhoso em crepes, não acham?

Bom fim-de-semana!














GELADO DE MAÇÃ COM MOLHO TOFFEE
p/ 4 doses

Para o gelado:

250 g deste recheio de maçã,  em puré
2 iogurtes naturais tipo grego açucarados

Para o molho:
(Good Food - Janeiro 2012)

100 g de açúcar mascavado
125 g de natas gordas (para bater)
25 g de manteiga

Envolva os iogurtes com o puré de maçã, até obter um creme homogéneo e coloque num recipiente de congelação. Leve ao congelador pelo menos durante 12 horas. Se for perfeccionista, vá batendo o gelado com um garfo de hora a hora, para que este fique macio ou use uma máquina de gelados.

Para o molho, leve todos os ingredientes a derreter ao lume num tachinho de fundo espesso. Quando começar a borbulhar, deixe ferver entre 3 a 5 minutos e retire do lume (se deixar mais tempo, vai engrossar demasiado quando arrefecer e o açúcar pode cristalizar). Sirva morno ou frio.

Pode servir o gelado com pedacinhos de bolachas de canela ou frutos secos torrados por cima do molho.



Coisas que não me importava de ter na minha cozinha #5




Com miúdos pequenos em casa é difícil o Halloween passar-nos ao lado.
Apesar de não morrer de amores pela data, todos os anos tento fazer qualquer coisa diferente com os miúdos: fazer caras de abóbora - com marcador preto - em balões cor-de-laranja, decorar cupcakes, fazer bolachas com formas 'assustadoras'.
E como gosto da ideia de celebrar, seja qual for o motivo, até me via a decorar uma mesa alusiva ao tema. Estas são algumas das coisas que usaria e a minha escolha seguiu um critério de utilidade: todos os elementos da wishlist não são específicos do Halloween, podendo ser usados noutras ocasiões.

Para outras sugestões sobre este tema, incluindo receitas e decoração DIY, dêem uma vista de olhos ao meu quadro Halloween no Pinterest.

Boa semana!

Das minhas combinações de Outono favoritas.


















Lembram-se de vos ter falado, mais precisamente no final deste post, de que muitas vezes usava tortilhas para fazer pizzas?
Aqui está a prova.
A maior parte das vezes faço a massa de pizza de raiz e consigo estendê-la assim fininha, que é como gostamos cá em casa. Mas há dias em que o tempo ou a vontade de pôr as mãos na massa (ou a massa na Bimby, melhor dizendo) é pouco, e ter tortilhas em casa prontas a usar é um bom atalho.

Recentemente, fiz uma cirurgia dentária e durante alguns dias só pude comer papas e purés. Como os rapazes me tinham pedido pizzas para o jantar, tentei fazer um 2 em 1: puré de abóbora e cenoura para mim, pizza com este puré na base para eles (claro que o topping das pizzas dos mais pequenos não foi bem este). Abóbora, curgete, cebola roxa e queijo de cabra: uma das minhas combinações favoritas em pizza. Normalmente, uso a base de molho de tomate, colocando de seguida abóbora salteada. Mas esta versão, que substitui o molho de tomate pelo puré de abóbora, é ainda melhor. Quem o diz é o provador-mor. Mas eu acredito, porque o puré, que comi às colheres, estava uma delícia.

E com estas cores e sabores, é um boa sugestão para um jantar ou festa de Halloween: façam estas pizzas em versão mini (cortando as tortilhas ou a massa de pizza com cortadores redondos de bolachas) e têm uma bonita e saborosa entrada.

















PIZZA FÁCIL DE OUTONO

Para o puré*:

Cerca de 400 g de abóbora menina (pesada já descascada)
1 cenoura
1/2 cebola 'normal'
1/2 cebola roxa
2 dentes de alho
Sal e pimenta preta qb
Sementes de cominho ou cominhos em pó qb
Cerca de 1/2 chávena de leite
Azeite qb

Para 4 pizzas (p/ 2 pessoas, pois estas pizzas ficam relativamente pequenas):

4 wraps/ tortilhas de compra
2 chávenas de puré de abóbora e cenoura
1 curgete partida em fatias fininhas
1/2 cebola roxa
1 queijo de cabra médio ou 1/2 queijo tipo Feta
Pimenta preta
Rúcula para servir

Numa sertã com um pouco de azeite, levar a alourar a cebola, partida em meia-luas, e os dentes de alho laminados, até a cebola ficar translúcida e amarelada. Juntar a cenoura partida em cubinhos, deixar cozinhar um pouco, e juntar a abóbora partida em cubinhos também. Temperar com sal, pimenta e cominhos a gosto. Deixar saltear mais um pouco e juntar o leite (não deite todo de uma vez, vá acrescentando à medida que vai ficando com pouco líquido). Deixe cozinhar, em lume baixo, até estar bem macio. Rectifique os temperos e triture com a varinha mágica ou num robot de cozinha.

Para fazer as pizzas: ligue o forno nos 210º. Forre um ou mais tabuleiros com papel vegetal e leve as tortilhas ao forno durante cerca de 3/4 minutos para ficarem mais crocantes.
Retire e coloque por cima das tortilhas, espalhando por todo, uma colherada do puré de abóbora. De seguida faça uma camada com fatias de curgete. Espalhe a cebola roxa e termine com o queijo desfeito em pedaços. Leve ao forno uns 10 minutos. Antes de servir, salpique com pimenta preta acabada de moer e espalhe folhas de rúcula.

*Quase de certeza que não vai usar todo o puré nas 4 pizzas. Faça mais pizzas ou dê-lhe outra utilização: sirva-o com um assado ou junte-o à base de uma sopa com sabores de outono. Pode fazer o puré com alguma antecedência, até um ou dois dias antes, e na altura é só montar a pizza e levar ao forno! 

Para um lanche de Outono.


Quando as maçãs de Trás-os Montes chegam com fartura a minha casa, por mãos familiares amigas, sei que estamos no Outono.
E que já não tenho de arranjar desculpas para ligar o forno numa base... diária.
Apesar de muito saborosas quando comidas ao natural, há sempre algumas que acabam em doces e sobremesas.

A massa deste rolo é uma adaptação da torta de Viana: desta vez usei mais um ovo (eram pequenos) e açúcar amarelo. Quanto ao recheio foi uma experiência para duas receitas: um gelado que espero conseguir fazer em breve e a que hoje vos trago. É um bolo simples, mas que sabe bem com uma chávena de chá, agora que os dias começam a pedi-lo.

Mas antes de passarmos à receita, queria falar-vos da bonita panela que aparece nas fotos.
É uma Le Creuset e surge no âmbito de uma colaboração entre o Lume Brando e esta marca francesa, conhecida pelos seus tachos e panelas em ferro fundido. Apesar de ter começado a usar os produtos da marca há pouco tempo (mas suspirava por eles há muito) estou encantada: aquecem de uma forma surpreendente. Parece que estamos a cozinhar com gás e não com placa eléctrica ou de indução (eu gosto de cozinhar com gás, acho que a comida fica com outro sabor, mas em casa não tenho) e são fáceis - muito fáceis mesmo - de lavar e limpar (apesar das peças poderem ir à máquina, são tão bonitas e especiais, que as tenho lavado à mão). Bem sei que o preço pode ser um entrave à compra, mas pensem nestas panelas como um investimento para a vida. Sim, porque a Le Creuset oferece garantia vitalícia. Podem seguir as novidades da marca aqui.














ROLO DE MAÇÃ COM CANELA

Para o recheio:

Cerca de 1 kg de maçãs partidas em cubos  (pesadas já sem casca)
1/2 chávena mal cheia de Vaqueiro líquida
4 colheres de sopa açúcar amarelo
2 colheres de sopa de rum
1 pau de canela
1 limão
Canela em pó qb

Descascar e partir as maçãs aos cubinhos para uma taça e regar com sumo de 1/2 limão. Levar ao lume a Vaqueiro e o açúcar. Deixar o açúcar derreter e introduzir as maçãs com o pau de canela e o sumo da outra metade do limão. Envolver bem as maçãs na mistura de Vaqueiro e açúcar e deixar cozinhar até começarem a amaciar. Juntar o rum e deixar cozinhar mais algum tempo. Se vir que está com pouco líquido, junte um pouco de água. Estará pronto quando grande parte dos pedacinhos de maçã já estiverem desfeitos em puré. Junte canela em pó a gosto, prove e rectifique se for necessário. Descarte o pau de canela e deixe arrefecer.

Nota: no rolo usei cerca de 2/3 da quantidade do recheio. O resto espero vir a usar num gelado :)

Para a massa:

7 ovos pequenos (ou 6 normais), separados
Raspa de limão qb
125 g de açúcar amarelo + algum para polvilhar
100 g de farinha sem fermento
Açúcar em pó e canela para polvilhar

Pré-aquecer o forno nos 200º.
Forrar um tabuleiro (usei um com 36 x 24 cm) com papel vegetal e untar com manteiga ou spray desmoldante.
Bater bem as gemas com o açúcar amarelo e a raspa de limão (desta vez usei um batedor de varas e bati cerca de 5 minutos). Bater as claras em castelo e envolvê-las na mistura das gemas.
Adicionar a farinha, envolver bem para que fique integrada na massa.
Verter sobre a forma, alisar e levar ao forno cerca de 12 minutos (este cozeu mais rápido do que a torta de Viana costuma cozer!) ou até o palito sair seco do seu interior (usar um palito fininho, para que o furo não se note).
Desenformar sobre um pano de cozinha húmido e polvilhado com açúcar amarelo.
Retirar o papel vegetal com cuidado e barrar com o recheio de maçãs.
Aguardar uns 10 minutos e enrolar com a ajuda do pano.
Deixar que arrefeça mais um pouco, aparar as extremidades, para ficar mais bonito, e passar para o prato de servir. Polvilhar com uma mistura de açúcar em pó e canela.


Outras receitas com maçã:

Maçã assada com crumble de amêndoa
Tarte leve de maçã e amêndoa
Torta de maçã
Bolo de maçã




Breaking bread.






Esta é daquelas receitas que resulta sempre.
Podemos trocar ingredientes ao sabor do que há na despensa, podemos fazer versões mais ou menos saudáveis, podemos fazê-lo de véspera ou até com mais antecedência: embrulhado em película aderente ou papel de alumínio, continua húmido e delicioso durante vários dias.
A receita base está aqui, mas esta versão, feita com azeite em vez de manteiga e com pedacinhos de chocolate, é ainda mais irresistível.

O nome original deste tipo de bolo, muito popular nos Estados Unidos, é 'banana bread', mas confesso que nunca percebi muito bem porque é que lhe chamam pão em vez de bolo. A minha teoria - muito particular e sem qualquer pesquisa por detrás - é que antes das preocupações relativamente recentes neste país em relação à alimentação saudável, toda a receita que levasse menos de 350 g de açúcar não podia ser considerada bolo ou doce...

Chamem-lhe pão, bolo, não importa. O que importa mesmo é que experimentem e que me digam se não é daquelas receitas maravilhosas e viciantes. E podia dizer que é por ser viciante que brinquei no título com o nome de uma famosa série de televisão, mas não. Foi mesmo só porque não resisti ao trocadilho!


BANANA BREAD COM NOZES, AVELÃS E CHOCOLATE

70 g de azeite Gallo Frutado*
100 g de açúcar amarelo
3 ovos
2 bananas médias maduras
130 g farinha 55 sem fermento
100 g avelãs (70 g p/ farinha e 30 g partidas aos pedaços)
1 colher de sopa de fermento
60 g de frutos secos - usei 30 g nozes e 30 g avelãs - partidos em pedaços
50 g de chocolate de culinária em pedacinhos (ou pepitas de chocolate)

Pré-aquecer o forno nos 180º.
Para intensificar o sabor da avelã, e porque usei avelãs inteiras, com pele, levei-as numa frigideira anti-aderente ao lume, para as tostar e conseguir mais facilmente retirar-lhes a pele. Depois de tostadas (ter atenção que é um processo rápido), embrulhei-as num pano de cozinha limpo e friccionei o pano na bancada, fazendo as avelãs rasparem umas nas outras, de forma a soltar-se a pele. Pesei 70 g e moí na Bimby, para a farinha, e parti em pedaços os 30 g que sobraram para incorporar mais tarde na massa.
Untar muito bem com azeite ou manteiga e polvilhar com farinha uma forma de bolo inglês (se não quiser correr riscos ao desenformar, forre o fundo com papel vegetal e volte a untar/polvilhar).
Bater o açúcar com o azeite até ficar bem misturado e juntar os ovos, um a um. Juntar as bananas previamente esmagadas com um garfo. Juntar as farinhas (130 g farinha trigo 55 + 70 g farinha avelã) e o fermento. Adicionar por fim os frutos secos e o chocolate. Envolver bem e verter na forma. Levar a cozer cerca de 45-50 minutos.
Deixar arrefecer um pouco e desenformar.


*Quem me deu a conhecer este azeite, ideal para receitas doces, em que não queremos que o sabor do azeite sobressaia, foi a Ondina, do Coentros & Rabanetes. E foi uma dica estupenda: desde que o usei pela primeira vez, tento ter sempre uma garrafa deste azeite em casa, para receitas especiais. Espreitem o seu blog, está cheio de receitas tão saudáveis como deliciosas!