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As tartes que fazem lembrar o Bounty.








































Há muito que queria experimentar estas tartes de coco e chocolate da Donna Hay.
A receita estava marcada neste livro desde que o recebi num aniversário já longínquo.

Como o rapaz grande cá de casa se andava a queixar de que eu já não o mimava com chocolate há muito tempo, fiz-lhe esta surpresa. Bem simples e rápida, por sinal.

Em versão mini, para um after diner sem remorsos...







































Minitartes de coco e chocolate
(receita original aqui)

Para cerca de 10

1 chávena* de coco ralado
1 clara de ovo
1/4 de chávena* de açúcar
75 g de chocolate de culinária
75 ml de natas
Flor de sal (opcional - usei Flor de sal da Casa do Sal da Figueira da Foz)

*250 ml de capacidade

Pré-aquecer o forno nos 180º.
Numa taça, misturar a clara, o açúcar e o coco.
Mexer bem, até ficar uma massa húmida.
Com as mãos molhadas, forrar 10 forminhas de miniqueques (usei de silicone), com esta massa, pressionando no fundo e nas laterais.
Levar ao forno entre 10 a 15 minutos ou até as bordas estarem bem douradas.
Deixar arrefecer um minuto, retirar das formas e colocar sobre uma rede para arrefecer.
Entretanto, preparar a ganache de chocolate: partir o chocolate em pedaços para uma taça de cerâmica, vidro ou metal e levar as natas ao lume num tachinho.
Quando estas atingirem o ponto de fervura, retirar do lume e verter sobre o chocolate.
Esperar um ou dois minutos e mexer bem com um batedor de varas, até ficar um creme uniforme e brilhante.
Distribuir a ganache pelas forminhas de coco.
Deixar solidificar à temperatura ambiente ou no frigorífico, se houver pressa.
Antes de servir, polvilhar com flor de sal, para intensificar os sabores.

Nota: mal as provei, lembrei-me deste chocolate, que não como desde os tempos da adolescência, mas o G. afirmou convictamente que estas tartes eram bem melhores ;)

Uma corrente de sabor.






Quem me conhece, sabe que não posso passar muito tempo sem fazer bolos ou sobremesas que levem limão.
Mousse, tarte, bolo... 
Tenho a sorte dos meus pais terem um grande quintal, onde é raro os limoeiros estarem sem frutos.
Desta vez, usei-os para fazer este bolo de iogurte especial, que vi no blog A Festa de Babette.

Esta receita é um exemplo perfeito do que os blogs de cozinha têm de melhor: a partilha e a inspiração que esta proporciona, incentivando-nos às nossas próprias experiências e, de novo, ao partilhar.

A Babette viu o bolo no blog A Vida no Paraíso, que por sua vez tinha gostado da receita no No soup for you... Uma corrente deliciosa, que o Lume Brando não quer quebrar.

A conjugação de ingredientes é tão boa, que é impossível não comer várias fatias ou bolinhos de cada vez. Para torná-los ainda mais pecaminosos, cobri os bolinhos com chocolate branco e polvilhei com coco ralado - um dos segredos da receita.

Quem irá experimentar a seguir?

Bolinhos de iogurte de citrinos, limão e coco
(segui a receita daqui)

50 g de coco ralado
4 ovos inteiros
200 g de açúcar
80 g de óleo
150 g de farinha
1 colher de sobremesa de fermento tipo Royal
Raspa de 1 limão

Para a cobertura (opcional)
150 g de chocolate branco derretido em banho-maria
Coco ralado qb

Pré-aquecer o forno nos 180º.
Untar muito bem e polvilhar com farinha cerca de 18 forminhas individuais (ou 1 forma de bolo normal).
Numa taça, colocar os ovos, o iogurte, o coco e o óleo.
Bater bem e adicionar a farinha, o fermento e a raspa de limão.
Verter para as formas e levar a cozer até ficarem bem dourados e um palito sair quase seco do interior (a ideia é ficarem ficar relativamente húmidos).
No meu caso, demoraram cerca de 10 minutos a cozer, pois as forminhas eram pequenas - conte com cerca de 30 minutos para um bolo em forma normal.
Depois de arrefecidos, decorar com chocolate branco derretido e terminar com coco ralado.

Nota:
- ainda que seja difícil que sobrem, embrulhados em película aderente ou guardados em caixa hermética, aguentam-se óptimos durante alguns dias.

O pão que afinal era um scone gigante.
































































Volta e meia parto em busca de receitas de pão de leite ou de brioche, pois tanto eu como os meus piratas gostamos bastante.

No sábado passado resolvi procurar nesse clássico que é o "Tesouro das Cozinheiras".
Colocadas de lado várias receitas devido ao tempo de levedura (uma das razões porque não faço pão com tanta regularidade como gostaria), optei por um simples "Pão de leite".
Achei estranho chamar-se assim e a massa não ter de repousar para dobrar de volume.
E como este livro é à antiga, com muito poucas fotografias, não deu para ver como iria sair.
Mal começou a crescer no forno, percebi: não tinha nada a ver com aquilo a que chamo 'pão de leite', mas era antes uma espécie de scone em tamanho familiar!

Como o objetivo era ter o que lanchar, serviu na perfeição.
E no dia seguinte ao pequeno-almoço, as fatias torradas também souberam muito bem.
A diferença entre esta e a massa de scones tradicional, é que esta não leva manteiga ou margarina, o que a torna ainda mais saudável.


Scone Gigante
(adaptado daqui)

2 chávenas de farinha T65
3/4 de chávena de leite
75 g de açúcar
10 g de fermento tipo Royal
1 ovo inteiro
1 gema de ovo para pincelar

Pré-aquecer o forno nos 200º.
Untar bem com manteiga uma forma de bolo inglês e polvilhá-la com farinha.
Numa taça grande misturar todos os ingredientes.
Verter a massa para a forma.
É uma massa um pouco espessa e o ideal é ficar a ocupar no máximo 3/4 da forma, pois vai crescer bastante.
Pincelar a superfície da massa com gema de ovo.
Levar ao forno cerca de 40 minutos, ou retire quando estiver bem dourado e um palito sair seco do seu interior.