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Um super-aniversário.





Desde o Natal que o Super Mário concorre cá em casa com o Ben 10, os Gormiti e os Bakugan. E se para levar para a escola o L. acabou por pedir apenas um 6 de chocolate, para o jantar de família, este sábado, o Super Mário levou a melhor.
Custou-me algumas horas de sono (para durante o dia poder tratar do resto da ementa), mas acho que valeu a pena.

A receita do bolo escondido pela pasta de açúcar é esta aqui. Fiz dose e meia e ficou delicioso.
Para os queques, segui também uma receita vencedora, que está aqui.

Foi um fim-de-semana cansativo, mas foi giro ver o meu pirata feliz e ter os amigos e a família à nossa volta.

E agora tenho de ir ali embrulhar um presente, para a "fada dos dentes" deixar durante a noite junto à cama do aniversariante...

Meia dúzia.







Hoje foi dia de festa. Colorida.
O L. fez anos. Meia dúzia deles.
E que bom foi vê-lo tão feliz.
Estes foram o bolo e as lembranças que levou para a escolinha.
Os festejos serão retomados no fim-de-semana.
Até lá!

Um amor simples.



Sem corações, cupidos ou purpurinas.
Sem fachadas, promessas loucas ou fogo de artifício.
O meu amor é um amor simples.
Como estes queques de chocolate.



Queques de Chocolate*

Para cerca de 14

150 g de chocolate de culinária
90 g de manteiga ou Vaqueiro
3 ovos
100 g de açúcar
1 colher de sopa de farinha com fermento

Para a cobertura:
150 g de chocolate de culinária
1 colher de sopa de manteiga
Leite qb


Pré-aquecer o forno nos 220º.
Derreter o chocolate com a manteiga (1 minuto no microondas na potência máxima).
Com a batedeira eléctrica, bater os ovos com o açúcar até ficar bem uniforme e cremoso.
Juntar a esta mistura a mistura de chocolate, continuando a bater.
Adicionar a farinha, envolver bem e encher as formas de papel, deixando uma pequena margem (encher um pouco mais de 3/4)
Cozer durante cerca de 10-15 minutos, consante o forno. A ideia é ficarem relativamente húmidos por dentro. Deixar arrefecer antes de cobrir.

Para a cobertura:
Numa taça de vidro levar a derreter o chocolate com a manteiga e duas colheres de sopa de leite durante cerca de 1 minuto na potência máxima. Mexer bem, até se obter um creme brilhante e uniforme (se necessário juntar mais um pouco de leite). Aplicar por cima dos queques, de preferência com um saco pasteleiro ou utensílio similar.

*A receita foi-me passada pela mãe de um amiguinho do L., que carinhosamente os fez num dia em que os nossos rapazes mais velhos brincaram juntos. Eu apenas uso mais chocolate e manteiga, porque da primeira vez que os fiz enganei-me e acabaram por ser um sucesso. São tão simples quanto deliciosos, mesmo sem cobertura. Obrigada I.!

Maçãs ao sol.




Estas fotos foram tiradas num dos últimos dias de sol de 2010.
Encontrei-as ao remexer nos ficheiros caoticamente arquivados do Lume Brando e achei que era uma boa receita para publicar por estes dias, em que o sol de Inverno nos tem feito companhia.

A receita é da minha mãe, que a faz muitas vezes, sobretudo quando tem um lanche com as amigas vicentinas, normalmente para tratarem de assuntos ligados ao movimento de solidariedade de que fazem parte há muitos anos.

A par das rabanadas (as melhores do mundo!), é talvez o doce que mais associo à minha mãe, mais dada aos salgados. A altura em que me soube melhor, foi quando cheguei a casa depois de ter tido o meu primeiro filho e tinha uma tarte de maçã destas à minha espera. Depois de um parto complicado e de um desconsolo inexplicável nos primeiros dias de puérpera, esta coisa boa e despretensiosa comida ao pequeno-almoço, à sobremesa e ao lanche (acho que a comi praticamente sozinha) fez maravilhas.

Nós chamamos-lhe tarte, mas no fundo é mais um bolo.




Tarte de maçã da mãe

2 maçãs grandes ou 3 médias
4 ovos
125 g manteiga ou margarina amolecida
250 g açúcar + 1 colher de sopa
250 g de farinha com fermento
Sumo de 1/2 limão
Geleia para pincelar


Pré-aquecer o forno nos 180º. Descascar e fatiar as maçãs para uma travessa ou prato fundo. Juntar o sumo de limão para que não oxidem e 1 colher de sopa de açúcar, envolver bem e deixar a macerar enquanto se prepara o resto da receita.
Numa taça, bater bem o açúcar com a manteiga amolecida. Juntar os ovos inteiros, um a um, e por fim a farinha.
Verter esta massa para uma tarteira e dispor as fatias de maçã por cima. Levar ao forno até ficar bem douradinha e um palito sair seco do seu interior.
Pincelar com geleia antes de servir.

Resoluções de ano novo e palmiers de cogumelos.



O primeiro post do ano.
Sabe bem regressar.

Cozinhar mais, experimentar pela primeira vez pratos há muito fixados na minha to do list e publicar de forma mais regular (para além de tratar de personalizar o cabeçalho do blog!), foram alguns dos objectivos que tracei para 2011.

Com a máquina fotográfica avariada (obra dos meus piratas), talvez tenha de deixar a marinar um pouco mais estes planos.
Ou não. Posso sempre revolver as minhas pastas desordenadas de fotografias e repescar receitas e ideias que, por algum motivo, foram sendo deixadas para trás.

Como estes folhadinhos de cogumelos, que nem são assim tão antigos. Devem ter sido das últimas iguarias que a máquina registou, antes de se fechar numa escuridão total e ser encaminhada para quem, espero, a possa recuperar. Faz-me tanta falta, a tramada da máquina! É que nem sequer tenho um telemóvel com câmara.

A ideia destes folhadinhos tirei-a da Continente Magazine nº4. Na altura em que os fiz, não tinha a revista comigo e acabei por fazê-los de cabeça. Serviram de entrada num almoço de família e fizeram bastante sucesso.
Quanto às quantidades... bem, as quantidades não as sei dizer de forma exacta, porque, como quase sempre, fi-los a correr, sem tempo para medições e apontamentos. Sigam os vossos instintos: é tão simples que não há que enganar.



Palmiers de cogumelos e bacon

1 base de massa folhada rectangular
Cogumelos frescos laminados
Bacon partido aos cubinhos
Azeite
Vinagre balsâmico
Sal
Queijo ralado
(mozzarella ou outro)
Sementes de sésamo para polvilhar

Pré-aquecer o forno nos 190º. Levar ao lume numa frigideira anti-aderente o bacon e um pouco de azeite, deixar o bacon fritar um pouco e juntar os cogumelos. Sempre em lume relativamente alto, para que não cheguem a largar muita água.
Juntar umas gotinhas de vinagre balsâmico e deixar cozinhar mais um pouco.
Temperar com sal, se necessário.
Retirar do lume e escorrer se tiver ganho muito líquido.
Numa tábua, picá-los em pedaços uniformes e relativamente pequenos.
Abrir a placa de massa folhada, espalhar a mistura dos cogumelos e por cima o queijo ralado.
Fechar a massa, enrolando ambas as abas mais compridas da massa sob si mesmas, para dentro, até se encontrarem ao centro.
Apertar bem e envolver em película aderente.
Levar ao frigorífico cerca de 20 minutos, para que ao cortar as fatias não se desfaçam.
Depois de refrigerado, retire a película do rolo e corte-o em fatias com cerca de 1 cm/1,5 cm de altura.
Coloque-as na horizontal num tabuleiro anti-aderente ou forrado com papel vegetal. Polvilhe cada fatia com sementes de sésamo e leve ao forno até ficarem bem douradinhos e com a massa bem folhada.

PS.: Um amigo e fã do Lume Brando enviou o meu link para o site da Lusitana (farinhas Branca de Neve/Espiga, entre outros produtos), no âmbito da rubrica "Os Melhores Blogues Portugueses de Culinária". E não é que o Lume Brando foi seleccionado?! Daí o selo alusivo a esta acção, que a partir de agora aparece do lado direito do blog. Pelo que percebi, vou receber em breve um cabaz de produtos Lusitana, para pôr as mãos na massa ainda com mais vontade e motivação. Obrigada N., obrigada Lusitana.