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"Croissants" de chocolate vapt-vupt.




Vapt...
Desenrolar 1 base de massa folhada redonda fresca. Com uma faca ou cortador de pizzas, cortar a base em fatias (quanto mais finas as fatias, mais 'croissants' vamos obter). Espalhar, sobretudo junto à parte mais larga de cada fatia, chocolate de culinária aos pedacinhos. Enrolar cada fatia sobre si mesma, começando pelo lado mais largo. Pincelar com gema de ovo, salpicar com amêndoa laminada e levar os rolinhos ao forno, pré-aquecido nos 190º, durante 20/25 minutos ou até estarem bem douradinhos. Deixar amornar e polvilhar com açúcar em pó.
...Vupt.

Comer com os olhos.

Uma pequena amostra (pequena mesmo!) daquilo que foi confeccionado ao longo do curso de pastelaria que fiz aqui.
Sexta-feira passada comecei outro mais curtinho, desta vez de cozinha vegetariana.













Quá-quá.




Confesso que nunca tinha feito um arroz de pato à séria, do princípio ao fim, cozendo o bicho todo, desfiando-o, usando a água de cozedura para o arroz...
No fim-de-semana alargado de Páscoa, finalmente consegui fazê-lo.

Acho que também já vos deve ter acontecido: termos visto uma receita ali ou acolá, nos nossos livros e revistas mas, na hora da verdade, já não sabemos bem onde foi, não temos tempo ou paciência para procurar e vai de fazer de cabeça.
Foi o que se passou. Remexi a memória, troquei umas ideias com a minha sogra, companheira de muitas das minhas estreias culinárias, e saiu este saboroso arroz de pato.

Arroz de Pato
(para 7/8 pessoas)

1 pato
2 cenouras
1 molho de salsa
2 cebolas
3 dentes de alho
3 linguiças
Queijo mozzarella ralado ou outro que gratine bem
Arroz agulha para 8
Azeite
Bacon
Sal
Queijo ralado


Cozer o pato em água abundante com sal, uma linguiça, a salsa, uma cebola e as cenouras (alho-francês também ficava bem, mas não tinha), o que deve demorar cerca de 1h30 em panela normal. Retirar e escorrer o pato, deixando-o a arrefecer.
Entretanto, colocar num tacho um bom fundo de azeite, uma cebola picada e os dentes de alho também picados e bacon partido aos cubinhos.
Deixar alourar bem e juntar o arroz, 'fritá-lo' durante cerca de um minuto e juntar a calda de cozer o pato, ainda bem quente, na proporção do dobro do arroz. Provar e rectificar o sal, se necessário. Assim que voltar a ferver, colocar o disco ou o gás no mínimo, tapar e deixar cozinhar por cerca de 10/15 minutos
(pelo menos é este o tempo que funciona comigo em disco eléctrico).
Quando o pato já estiver morno, desfiá-lo.
Misturar os pedacinhos de pato com a maior parte do arroz, colocar a mistura numa travessa de forno e cobrir com uma camada só de arroz.
Espalhar queijo ralado e rodelinhas de linguiça
(aproveitar a que se usou na água de cozer o pato) e levar ao forno pré-aquecido nos 200º durante aí uns 20 minutos ou até o queijo estar gratinado e a linguiça levemente tostada.

O arroz não ficou escuro como muitas vezes se vê nos restaurantes, cor que julgo dever-se a um estrugido bem puxado. Esta versão é mais saudável e foi bastante elogiada pelos comensais :-)

Tessie Bear.




A minha sobrinha e afilhada mais nova (tenho 4 afilhados!) fez 2 anos esta semana e este foi o bolo que fiz para a sua festa soalheira, este sábado.
A Ursa Teresa podia estar mais perfeitinha, mas a M. reconheceu a personagem e pareceu muito contente com o bolo, por isso a noitada valeu a pena :-)

Um livro, uma receita #14






O título deste post também podia ser "O melhor crumble de sempre".
Pelo menos para mim e para o G. Eu adoro crumbles, mas este está no topo do top. Para além do ananás (ou abacaxi) não ser das frutas mais óbvias num crumble, o facto de ser caramelizado antes de ir ao forno dá-lhe um sabor único, com o ácido da fruta a combinar de forma estupenda com o doce do açúcar mascavado.

Quanto ao livro, foi um presente da minha prima A., que carinhosamente mo comprou na Books for Cooks, numa das suas muitas idas a Londres, por altura do Natal.
A A. é uma fervorosa seguidora do Lume Brando e das minhas aventuras culinárias e por isso não podia esperar mais tempo para colocar aqui uma receita deste livro tão especial.

Especial por ter sido um presente inesperado da A.
Especial por ter sido comprado naquela livraria mítica para quem adora cozinha e livros sobre o tema.
E especial por ser de quem é: Clarissa Dickson Wright é uma das Two Fat Ladies: a intrépida dupla de chefs inglesas que, viajando na sua moto com sidecar, nos ensinava a cozinhar pratos deliciosos de uma forma muito própria e divertida, nos seus saudosos programas de televisão, de que aliás já falei aqui.

Crumble de ananás caramelizado

1 ananás grande ou 1 abacaxi
(das duas vezes que o fiz, usei abacaxi)
25 g de manteiga (usei Vaqueiro)
110 g de açúcar mascavado claro (light brown sugar)
225 g farinha sem fermento
110 g manteiga sem sal + um pouco para colocar por cima antes de ir ao forno (usei Vaqueiro)
75 g de açúcar fino (usei normal)
Água qb

Segundo a receita de Clarissa, pode substituir-se 1/2 ananás ou abacaxi por 6 bananas às rodelas ou o equivalente em maçãs.

Pré-aquecer o forno nos 190º.
Descascar o ananás, retirar-lhe o "talo" central e partir em pedaços.
Derreter os 25 g de manteiga num tacho ou frigideira de fundo espesso, adicionar o açúcar mascavado e um pouco de água
(cerca de meio copo) e deixar ferver até formar uma calda.
Juntar o ananás aos pedaços e deixar cozinhar até este ficar brilhante e caramelizado
(de uma forma cremosa, não em ponto de rebuçado!), o que deve demorar cerca de 20 minutos em lume médio.
Transferir o ananás para um prato de forno
(juntar a camada de bananas, se for caso disso) e verter por cima toda a calda/xarope. Não se intimidem com a quantidade de líquido, coloquem tudo no pirex, mesmo que achem que é calda a mais...
Numa taça, juntar a farinha peneirada, a restante manteiga aos pedaços e o açúcar, e amassar até ficar com aspecto de migalhas grossas.
Espalhar esta mistura por cima da fruta e distribuir por cima uns pedacinhos de manteiga.
Levar ao forno cerca de 45 minutos ou até estar bem dourado, com a fruta a borbulhar.

Clarissa sugere que se sirva com custard (espécie de leite creme) ou natas espessas, mas eu comi simples e não senti grande falta do acompanhamento. É delicioso morno, frio e até no dia seguinte continua crocante :-)

Salada surpresa.



Este post exige que puxem um pouco pela imaginação.
Isto porque, cabeça no ar como sou, não tirei fotografia a esta salada depois de aberta.
Ela assim tem pouca graça, deslavada.
Mas quando se mete a colher, dá-se uma explosão de cor!
Debaixo da capa de maionese caseira misturada com um pouco de ketchup, escondem-se várias legumes às camadas: alface, couve-roxa, cenoura, milho (quer dizer, o milho é um cereal, mas pronto) e, no topo, cubinhos de fiambre.
Bem fresca, é uma delícia. Permite várias combinações e é um óptimo acompanhamento para as entradas num almoço ou jantar 'volante'.

Salada de festa

Couve-roxa
Alface
Cenoura
Milho
Fiambre aos cubinhos


Maionese (de preferência caseira)
Ketchup

Partir a couve-roxa e a alface em juliana ou pedacinhos pequenos e ralar a cenoura.
Num prato fundo de servir ou 'assadeira', colocar os legumes por camadas, terminando com o fiambre
(que pode ser substituído por camarão cozido, por exemplo).
Terminar com uma boa camada de maionese misturada com ketchup a gosto. Servir bem fria.

Mais um item na minha (longa) wishlist.


Foto retirada de Sur la Table

Suspiro há muito tempo por uma Le Creuset, mas depois deste fim-de-semana, em que finalmente consegui acabar de ler o livro e vi o filme Julie&Julia, estou obcecada.
Ainda demora muito para o Natal?

A falta de tempo e uma quiche de espinafres.



Este blog está em permanente delay.
Tantos posts na cabeça, tantos posts prometidos e tão pouco tempo para torná-los realidade.
Este fim-de-semana até foi prolongado, mas passei-o na aldeia e lá não tenho computador*.
E entre as brincadeiras com os miúdos e os doces para fazer (entre outras coisas, fiz fios de ovos, sozinha, pela primeira vez!) também não me ia sobrar muito tempo.
Daí que este post, que devia ecoar algum espírito pascal, fala é de uma quiche feita para a festa de aniversário do B., ocorrida há mais de uma semana.
E vá lá que na festa do B. ainda consegui tirar algumas fotos aos pratos.
Na(s) festa(s) do L., um mês antes, o ritmo foi tal que nem para isso deu.
Adiante.
Aqui fica a receita, que é muito boa e muito fácil de fazer.
Foi-me passada por uma colega, por alto, um dia ao almoço, que a tinha feito a partir de uma das últimas edições da Blue Cooking.
Fez sucesso na festa!

Quiche de espinafres e queijo

1 base de massa folhada (usei das rectangulares congeladas - por causa da forma e porque acho que 'folham' melhor)
Espinafres (julgo que a receita pede 1 pacote de espinafres frescos mas eu usei 1/2 emb. deles congelados)
Queijo de cabra ou ovelha aos cubos (a receita pede feta mas usei uma emb. dupla de Palhais, já aos cubos para salada)
1 pacote de natas
3 ovos
Sal, pimenta e noz moscada qb


Pré-aquecer o forno nos 180º. Forrar uma tarteira com a massa e picar o fundo.
Espalhar os cubos de queijo.
Colocar por cima os espinafres entretanto descongelados.
Bater os ovos com as natas, temperar e verter por cima dos espinafres, dando um jeitinho nos espinafres, se for preciso, para que o líquido se 'entranhe' na tarte e não transborde...
Levar ao forno cerca de 25 minutos ou até estar douradinha, com a mistura das natas e ovos bem coagulada.


*Um MacBook... Era mesmo do que eu precisava! Mas os meus sonhos de consumo não ficam por aqui. Daqui a nada, revelo mais um...